Verbindungsbüro Lateinamerika

Das Verbindungsbüro Lateinamerika ist in Sao Paulo angesiedelt und ist von dort aus für den ganzen Kontinent zuständig.

Ihr Gateway nach Brasilien und Lateinamerika

Die Universitätsallianz Ruhr (UA Ruhr) besteht aus der Universität Duisburg-Essen (UDE), der Ruhr-Universität Bochum (RUB) und der Technischen Universität Dortmund (TU Dortmund). Ihr Ziel ist „gemeinsam besser“ (so der Leitsatz der UA Ruhr) zu sein und das Ruhrgebiet als exzellenten Standort in der nationalen und internationalen Wissenschaftslandschaft zu etablieren.

Die UA Ruhr Verbindungsbüros im Ausland sollen Austausch und Kooperation in wichtigen Weltregionen fördern. Das Lateinamerika Büro ist von São Paulo aus für den ganzen Kontinent zuständig. Weitere Verbindungsbüros sind in New York und Moskau angesiedelt. Die Grundsätze zur Internationalisierung der UA Ruhr und zur Arbeit der Verbindungsbüros wurden von den drei Rektoren 2013 in einem Mission Statement formuliert.

Nachrichten aus Lateinamerika

Três universidades, uma nova instituição: Com a "Research Academy Ruhr" (RAR), os membros da UA Ruhr vão juntar suas atividades e desenvolver novos formatos para promover e fomentar jovens pesquisadores – beneficiando quase 10 mil mestrandos avançados, doutorandos e jovens pós-doutorandos.

Cofinanciada pelo Estado de Nordrhein-Westfalen e pelo Mercator Research Center Ruhr, a RAR será uma plataforma inovadora e interinstitucional. Em suas atividades, a RAR vai se basear nas experiências das três universidades na área, especialmente da Research School da Ruhr-Universität Bochum que há anos recebe fomento da "Exzellenzinitiative". A colaboração vai criar sinergias, estendendo para poda a UA Ruhr formatos até agora locais como mentoring³ e as academias de primavera e outono. Assim os participantes poderão desenvolver ainda melhor suas competências gerais e específicas.

Porta-voz acadêmico da RAR, Prof. Dr. Wilhelm Löwenstein resume o potencial da nova instituição: "A RAR vai formar e aperfeiçoar as nossas melhores cabeças de amanhã e fortalecer toda a região científica do Ruhr".

Mais informações: RAR

A conferência anual da FAUBAI, que em abril passado teve sua 30ª edição, no Rio de Janeiro, é o mais importante evento para a internacionalização universitária no Brasil. O tema do encontro, “Internacionalização e pesquisa: desafios e estratégias”, foi debatido numa série de palestras, workshops e mesas-redondas. Como nos anos anterioros, a UA Ruhr marcou presença e contribuiu para estimular o debate.

Junto com as outras universidades alemãs presentes no DWIH São Paulo, foi organizada uma mesa-redonda com o tema “Assisting Young Researchers in Developing an International Career: The German Graduate Schools”. Participou também a Dra. Christiane Wüllner, diretora executiva da Research School da Ruhr Universität Bochum (RUB), que há 11 anos recebe fomento da chamada “Iniciativa Alemã pela Excelência”. Junto com o representante da Universidade Técnica de Munique, apresentaram o modelo “Graduate School” que tem inovado muito a formação de doutorandos e jovens pós-docs na alemanha, de uma forma especialmente atraente para candidatos do exterior.

A conferência, da qual participaram 748 participantes de 28 países, foi marcada por fortes emoções. “Estamos numa das mais importantes universidades públicas desse país, que vem passando por dificuldades enormes. Nossa presença aqui demonstra nosso apoio à UERJ”, afirmou o presidente da FAUBAI, Prof. José Celso Junior da UNESP, na cerimônia de abertura. Referindo-se ao assassinato da vereadora Marielle Franco e à violência no Brasil, ressaltou: “A educação é uma alternativa poderosa para reverter essas tendências”. Muitos palestrantes encorajaram a FAUBAI a continuar seu trabalho com determinação, nesse período de turbulências nas ciências brasileiras.

Populismo, Brexit, migração, crise financeira: A União Européia (UE) enfrenta grandes desafios – e concorda cada vez menos sobre como superá-los. Os debates envolvem não somente recursos e competências, mas também ideais e valores. Como a Europa vai agir e o que ela vai representar, no futuro?

Tais perguntas serão analisadas no projeto „NoVaMigra - Norms and Values in the European Migration and Refugee Crisis”, tomando como ponto de partida a chamada crise de 2015. Sob a direção de Andreas Niederberger, professor de Filosofia Política da Universität Duisburg-Essen (UDE), reúne pesquisadores de nove universidades europeias e americanas. O projeto será financiado pela própria UE, no programa “Horizon 2020”, com 2,5 milhões de euros.

O discurso sobre os valores europeus muitas vezes fica em lugares comuns, considera Niederberger. “Vamos analisar de forma bem precisa quais normas e valores estão inscritos nos documentos da EU – e se eles tiveram ou ainda têm importância para lidar com os refugiados, em nivel político – sem esquecer que eles divergem, às vezes, entre os estados-membros.” Mas o projeto também quer focar em outro nível, isto é, analisando os discursos e motivos dos voluntários que lidam com os refugiados, nas organizações da igreja e da sociedade civil. “Esperamos poder contribuir para que os direitos humanos e a democracia não sejam privilégio de poucos, mas direito de muitos“, resume Niederberger, o qual, em outros projetos, colabora com a Universidade Federal do ABC e o CEBRAP (Centro de Análise e Planejamento), em São Paulo.

A fundação „Volkswagen“, uma das grandes agências de fomento à ciência na Alemanha, financiará dois Colégios de Doutorado nas universidades da UA Ruhr, com no total 3,4 mi. de Euro. Os colégios são inovadores porque vão juntar ciência e aplicação profissional. Assim, durante a elaboração da tese, os doutorandos podem trabalhar até um ano em empresas, administrações públicas ou ONGs relevantes.

Um colégio trata de um tema essencial para a região do Ruhr: Como cidades se reinventam depois do declínio de suas indústrias tradicionais? „Scripts for postindustrial Urban Futures: American Models, Transatlantic Interventions“ analizará experiêncas nos dois lados do Atlântico, especialmente os “escenários de futuro” que se vem dando cidades marcadas antigamente pela indústria automobilística (Detroit) ou siderúrgica (Pittsburgh, Dortmund, Duisburg, Essen). As experiências práticas serão em instituções de educação, transporte, planejamento, turismo e marketing. Os parceiros são, entre outros, os centros culturales Dortmunder U, Tía Chucha’s y Quilomboarte, a Associação Regional do Ruhr e Duisport, a empresa portuária de Duisburg.

O outro colégio também trata de um assunto bem atual: Como a mídia trata do tema dos refugiados, sobretudo nos países de origem dos migrantes? Por que a mídia muitas vezes omite corrupção e conflitos? Podem cooperações midiáticas entre países mais e menos desenvolvidos contribuir para mais qualidade e objetividade no jornalismo? Essas são perguntas principais do colégio MEDAS 21 („Global Media Assistance: Applied Research, Improved Practice in the 21.st Century“) que reúne os institutos de jornalismo e comunicação na UA Ruhr. Parceiros são a Deutsche Welle Akademie, as fundações políticas Friedrich Ebert e Konrad Adenauer e as NGOs African Media Initiative, Media in Cooperation and Transition e Catholic Media Council.

Mais informações: www.uni-due.de

Tätigkeiten des Büros

Das Verbindungsbüro Lateinamerika wurde im Mai 2011 eröffnet. Es soll – in enger Abstimmung mit den zuständigen Stellen an den UA Ruhr Universitäten und allen anderen Interessenten – nachhaltig Austausch, Netzwerke und Kooperationen in dem auch wissenschaftlich stetig an Bedeutung gewinnenden Kontinent auf- und ausbauen. Das Büro ist in Rio de Janeiro beim Deutschen Akademischen Austuschdient (DAAD) und in São Paulo im Deutschen Wisssnschafts- und Innovationshaus angesiedelt. Personell wird das Büro von einer Doppelspitze – dem Büroleiter vor Ort (Dr. Stephan Hollensteiner) und dem wissenschaftlichen Direktor an der UA Ruhr (Prof. Dr.-Ing. Rüdiger Deike) – geleitet.

Von den vielfältigen Aktivitäten und Services werden im folgenden die wichtigsten – inkl. einiger good practice-Beispiele – vorgestellt:

• Beratung und Expertise zur Kooperationsanbahnung mit Brasilien und Hispanoamerika. In vielfältiger Weise kann das Büro die UA Ruhr Angehörigen bei der Anbahnung und Etablierung von Lehr- und Forschungs-Kooperationen unterstützen. Einschätzungen und Expertenwissen zu den Wissnschaftslandschaften in Brasilien und den wichtigsten spanischsprachigen Ländern helfen nicht nur bei Erstanfragen weiter. Das Büro hilft auch bei Kontakten und Networking und gibt Tipps zur Beantragung von Fördermitteln.

• Ausbau und Anbahnung von institutionellen Partnerschaften zwischen der Universitätsallianz und  Hochschulen in der Region. Das Büro organisierte im Mai 2012 eine Brasilienreise von UDE-Rektor Prof. Dr. Ulrich Radtke. Dabei wurden Kooperationsverträge mit den Bundesuniversitäten von Brasília und ABC sowie mit der nationalen Förderorganisation CAPES unterzeichnet. Das Büro war auch bei den Besuchen einer Delegation brasilianischer Rektoren im Juni 2012 bzw. von International Office-Leitern im September 2013 an der UA Ruhr massgeblich beteiligt.

• Ausbau der studentischen Austauschmobilität, v.a. im Rahmen des brasilianischen Regierungsstipendienprogramms „Wissenschaft ohne Grenzen“. Die UA Ruhr ist bedeutender Partner in dem Programm Ciência sem Fronteiras (CsF, deutsch: Wissenschaft ohne Grenzen). Mit der 2011 von der brasiliansichen Regierung lancierten Initiative sind bisher rund 4000 Stipendiaten nach Deutschland gegangen, davon 300 an die UA Ruhr – die grösste Gruppe in Deutschland. Bei einem Treffen war 2012 der brasilianische Botschafter an der RUB zu Gast; Einblicke bietet auch das Video der CsF- Stipendiatin Ana Rosa Rabelo de Lima aus Belém, die an der UDE Chemie und Ingenieurwesen studierte und heute als „CsF-Botschafterin“ des DAAD in Brasilien aktiv ist.

• Organisationhilfe für bilaterale Studien- und Lehrprojekte der UA Ruhr. 2013 wurden u.a. eine Feldstudie der TU Dortmund während des Katholischen Weltjugendtages in Rio de Janeiro oder die Brasilienreise des Dortmunder Inklusionsorchesters „Piano Inklusiv“ mit Konzerten und Workshops in Rio de Janeiro und São Paulo unterstützt / begleitet.

• Anbahnung von Lehr- und Forschungskooperration sowie Unterstützung bei der Antragstellung für Fördermittel. Das Büro war kontinuierlich beim Aufbau einer Kooperation zwischen UDE und der Landesuniversität von São Paulo (UDE) zur gemeinsamen Lehr- und Kurrikularentwicklung in den Ingenieurwissenschaften behilflich. Im Herbst 2014 wurde dieses in die UNIBRAL mit DAAD/CAPES-Förderung aufgenommen; Langziel ist Etablierung eines Studiengangs mit Doppelabschluss. Im vergangenen Jahr wurde unter Mithilfe des Büros auch die DAAD-Förderung für eine gemeinsame neurowissenschaftliche „Summer School“ 2015 von RUB und Bundesuniversität von Rio de Janeiro (UFRJ) bewilligt.

• Unterstützung bei der Organisation von wissenschaftlichen Treffen und Begegnungen. 2014 wurden u.a. die Brasilienreisen des Bochumer Leibnizpreisträgers Prof. Dr. Onur Güntürkün im Mai (Einladung der Deutschen Forschungsgemeinschaft) und der UDE-Prorektorin für Diversity Management, Prof. Dr. Ute Klammer (Einladung der Bundesuniversität von Brasilia) im August betreut. Beide waren zu Vorträgen eingeladen und nutzen ihre Aufenthalte zur weiteren Hochschulbesuchen und Kooperationsanbahnungen.

• Rekrutierung von exzellenten Doktoranden und Nachwuchs-wissenschaftlern für die UA Ruhr. In den vergangenen Jahren nahm die UA Ruhr an Doktoranden-Matchmaking-Events teil, die vom DAAD in São Paulo organisiert wurden. Das Büro war 2014 zudem bei der Messe für das von der peruanischen Regierung lancierte PRONABEC-Stipendienprogramm dabei, mit dem 1000 Stipendien zum Master- und Promotionsstudium weltweit vergeben werden.

• Marketing für die UA Ruhr und die Wissenschaftsregion Ruhr. Das Verbindungsbüro nimmt an den wichtigsten, oft vom DAAD organisierten Bildungs- und Hochschulmessen des Kontinents teil, um für die Studien- und Forschungsmöglichkeiten an der UA Ruhr zu werben. 2014 war das Büro u.a. bei der Europosgrados in Kolumbien und São Paulo, aber auch bei Hocshulmessen in in Santiago de Chile und Lima unterwegs.

• Netzwerk- und Verbindungsarbeit. Auch dank des Doppelstandorts ist das Büro regelmässig bei den Kontakt- und Netzwerkveranstaltungen von DAAD in Rio de Janeiro oder DWIH (Deutsches Wissenschafts- und Innovationshaus) und Lateinamerika-Büro der DFG in São Paulo präsent. Mit Unterstützung des Büros waren UA Ruhr Delegationen beim Staatsbesuch des ex-Bundespräsidenten Wulff (Einweihung des DWIH im Mai 2011) oder zur Eröffnung des Deutschland-Brasilien-Jahres 2013 durch Bundespräsident Gauck dabei.

Haben Sie Interesse an einem Kontakt nach oder einer Kooperation mit Brasilien oder Hispanoamerika? Wir freuen uns über Ihre Anfrage.

Brasilien

Das brasilianische Hochschulsystem ist in Vielem sehr unterschiedlich zu dem deutschen. Es gibt mehr als 2000 Hochschulen, allerdings entspricht maximal ein Fünftel davon einer „Universität“ oder „Hochschule“ in Deutschland. Forschung, postgraduierte Studiengänge und ein breites Fächerangebot sind in der Regel nur an öffentlichen Hochschulen vorhanden. Diese sind aufgeteilt in Bundesuniversitäten (Universidades Federais) und Landesuniversitäten Universidades Estaduais). Daneben gibt es ein sehr großes Angebot an privaten Hochschulen, die in der Regel nur grundständige und oft nur wenige Studiengänge (überwiegend in den Rechts, Geistes- und Sozialwissenschaften) anbieten. Eine Ausnahme sind die katholischen Hochschulen (PUC), die ähnlich den öffentlichen Universitäten ein breites und postgraduiertes Angebot haben.

Akkreditierung und Qualitätssicherung aller Hochschulen werden in Brasilien von den Bundesministerien für Bildung (MEC) und für Wissenschaft und Technologie (MCT) sowie den ihnen unterstellten wissenschaftlichen Förderagenturen CAPES (zuständig v.a. für Lehre, Mobiiltät und Evaluierung) und CNPq (für Forschung) betrieben. Die CAPES führt alle drei Jahre rotierend für alle Fächergruppen) eine Evaluierung (Selbstauskunft und Peer-Review) durch, die Gesamtnoten von 1 bis 5 (grundständige Studiengänge) bzw. 7 (postgraduierte Studiengänge) vergibt. Diese Evaluierung ist auch für das Weiterbestehen der Angebote (mind. 3 notwendig) und die Verteilung der staatlichen Mittel entscheidend. Weitere Einblicke in das brasilianische Szenario sind in dem Jahresbericht der DAAD-Aussenstelle Rio de Janeiro zu finden.

Die in Lehre und Forschung besten Universitäten sind überwiegend im Süden und Südosten des Landes sowie der zentral gelegenen Hauptstadt Brasilia gelegen. An diesen sind viele Studiengänge von der CAPES überdurchschnittlich bewertet, d.h. mit 4 und 5 in den grundständigen und mit 6 und 7 in den post-graduierten Studiengängen. Schwerpunkte sind die Städte São Paulo und Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre und Curitiba; punktuell sind auch in den anderen Landesregionen, v.a. im Nordosten und im Mittleren Westen, einzelne gute Universitäten zu finden. Im Folgenden werden jene Unis kurz vorgestellt, mit denen die UA Ruhr Austausch und Kooperation betreibt.

• Universidade de São Paulo (USP). Die in den 1940er Jahren gegründete USP ist die beste Universität Brasiliens, sie steht auch in Hochschulrankings für Lateinamerika oft an erster Stelle steht. Es bestehen Kooperationen mit der UDE und TU Dortmund in Physik und den Ingenieur-wissenschaften sowie in der Philosophie und den Bildungswissenschaften.

• Landesuniversität von São Paulo „Julio Mesquita Filho“ (UNESP): Die UNESP hat 23 verschiedene Standorte im Bundesland São Paulo und ist damit eine der grössten Universitäten Brasiliens. Es bestehen tw. sehr intensive Kooperationen mit der RUB, Fakultät für Biologie, und den Ingenieurwissenschaften der UDE (Förderung eines gemeinsamen UNIBRAL-Projekts).

• Bundesuniversität Universidade Federal do ABC (UFABC) : Als ABC werden mehrere Industriestädte im Süden der Metropole São Paulo bezeichnet. Die UFABC wurde 2005 – als Beitrag zur regionalen Bildungsgerechtigkeit wie zum Strukturwandel im ABC – mit einem explizit innovativem Ansatz gegründet (u.a. Studiengänge nach 3+2 Modell). Nach dem ersten ingenieurwissenchaftlichen Campus in Santo André wurde 2014 ein zweiter Campus für die Geistes- und Sozialwissenschaften in São Bernardo eröffnet. Trotz ihres junges Alters gehört die UFABC in Forschung und Lehre zu den besten Brasiliens. Es besteht ein Partnervertrag mit der UA Ruhr, z.Zt. wird punktuelle Zusammenarbeit in der Materialwissenschaft (RUB) sowie Sozialwissenschaften und Diversity Managment (UDE) angestrebt.

Kooperationen mit brasilianischen Universitäten

Hispanoamerika

Das akademische Jahr entspricht in ganz Hispanoamerika dem Kalenderjahr und hat zwei Semester; die Vorlesungen beginnen zwischen Ende Februar und Anfang April und enden Anfang Dezember. In der Regel gibt es drei Studien- und Abschlussstufen. Die erste Studienstufe (Pregrado) dauert drei bis fünf Jahre und wird mit dem Bachelor (Bacharelado) abgeschlossen; ein Lehramtsstudium wird mit der „Licenciatura“ abgeschlossen. In der zweiten Studienstufe (Posgrado) kann in zwei Jahren der Master (Mestrado) erlangt werden; die anschliessende Promotion (Doutorado) erfordert nochmal drei bis vier Jahre und hat in der Regel einen strukturierten Ablauf.

Es folgen grundlegende Informationen zur Wissenschaftslandschaft in den wichtigsten hispanoamerikanischen Kooperationsländern (in alphabetischer Reihenfolge).

Argentinien

In Argentinien gibt es ungefähr 120 Hochschulen. Diese teilen sich auf in staatliche oder nationale (Universidades Públicas o Nacionales) und private Universitäten (Universidades Privadas). Die beiden größten und renommiertesten staatlichen Hochschulen sind die Universität von Buenos Aires (UBA) und Córdoba (UNC).

Im Jahr 2007 wurde das Bildungsministerium (Ministerio de Educación) in das Ministerium für Wissenschaft, Technologie und Innovation (MinCyT) eingegliedert. Ein Ziel ist eine zunehmende Internationalisierung, die Qualitätssicherung von Lehre und Forschung sowie die Förderung von Mobilität. Bei Forschung und Bildung gibt es viele Gemeinsamkeiten mit Deutschland. Auch Argentinien sucht zunehmend nach internationalen Kooperationspartnern. Im Jahr 2009 betrugen die Investitionen in Forschung und Entwicklung ca. 2,7 Milliarden Dollar, dabei wurden ca. zwei Drittel von der öffentlichen Hand getragen und der Rest von der Wirtschaft.

Durch eine erfolgreiche Zusammenarbeit v.a. mit dem Deutschen Akademischen Austauschdienst (DAADD) entstande im Jahr 2010 das Deutsch-Argentinische Hochschulzentrum (DAHZ, auf spanisch „Centro Universitário Argentina-Alemán“), dessen Ziel die Etablierung von binationalen Studiengängen ist. Im Jahr 2011 hat die Max-Planck-Gesellschaft auf dem Forschungscampus „Polo Científico“ in Buenos Aires ein Regionalbüro für Südamerika eröffnet.

Links:

MinCyT: www.mincyt.gob.ar

DAHZ: www.cuaa-dahz.org

Max Planck Gesellschaft Büro Buenos Aires: www.mpg.de/7260554/Partnerinstitut-Buenos-Aires

Peru

Das Hochschulsystem in Peru unterscheidet sich in einigen grundlegenden Punkten vom deutschen. Die insgesamt rund 150 Hochschulen teilen sich auf in private (Universidades Privadas) und staatliche Universitäten (Universidades Nacionales). Die grosse Mehrheit der peruanischen Studenten studiert jedoch an privaten Hochschulen, die fast doppelt so viele Matrikel wie die staatlichen Hochschulen aufweisen. Führend in der Forschung sind meist die staatlichen Universitäten, die privaten Hochschulen konzentrieren sich auf Studiengänge in Jura, Wirtschaft, Geistes- und Sozialwissenschaften. Seit einigen Jahren investiert Peru stark in Forschung und aucch internationale Kooperationsprogramme. Seit 2012 besteht das Stipendienprogramm PRONABEC (Programa Nacional de Becas y Crédito Educativo), das zum Ziel hat, soziale Ungleichheit zu bekämpfen und auch jungen, finanziell benachteiligten Menschen den Zugang zu höherer Bildung zu ermöglichen.

Seit dem bilteralen Rahmenabkommen zur wissenschaftlich-technologische Zusammenarbeit im Jahr 2012 stehen die Chancen für Forschungsprojekte zwischen Deutschland und Peru gut. Der Nationale Rat für Wissenschaft, Technologie und technologische Innovation (CONCYTEC) plant in Zusammenarbeit mit der deutschen Forschungsgemeinschaft fünf bilaterale Exzellenzzentren. In diesen sollen Forscher  beider Länder etwa im Bereich Umwelt oder Biodiversität tätig werden. Weitere bereits bestehende bilaterale Kooperationsprojekte gibt es in den Bereichen Energie, Rohrstoffe, nachhaltiger Umgang mit Ressourcen und Archäologie.

Links:

PRONABEC: www.pronabec.gob.pe

CONCYTEC: https://portal.concytec.gob.pe

Chile

Das Hochschulsystem in Chile ist in vielem anders als das deutsche System. Es gibt drei unterschiedliche Inistitutionen: Universitäten (Universidades), berufbildende Inistitute (Institutos profesionales), welche den deutschen Hochschulen für angewandte Wissenschaft ähneln, und technische Ausbildungszentren (Centros de formación téchnica).

Die rund 60 Universitäten unterteilen sich in private und staatliche Hochschulen. Eine herrausgehobene Gruppe stellen die 25 traditionellen Hochschulen dar, die von der chilenischen Rektorenkonferenz (CRUCH – Consejo de Rectores de las Universidades Chilenas) unter dem Vorsitz des Bildungsministeriums repräsentiert werden. Diese Hochschulen sind autonom, im Gegensatz zu den 35 jüngeren und überwiegend privaten Hochschulen. Diese neuen Hochschulen werden von den renommierten Universitäten in Bezug auf Lehrpläne und Qualitätssicherung betreut. Tendenziell haben die traditionellen Universitäten auch größere und bessere Forschungsbereiche.

Der Nationale Akkreditierungsbehörde (Comisión Nacional de Acreditación) ist für alle Universitäten im Hinblick auf Zulassung und Qualitätssicherung zuständig.

Im Bereich Forschung gibt es zwischen Chile und Deutschland eine lange Tradition. Chile hat nach Brasilien in Südamerika die meistenden bestehenden Kooperationen mit Deutschland, aber es werden auch immer wieder neue Kooperationen initiiert. Auch die Forschungsgemeinschaften sind in Chile aktiv, beispielsweise hat die Fraunhofer-Gesellschaft 2015 ein Forschungszentrum für Solarenergie in Santiago de Chile eröffnet, um den Verbrauch von fossilen Energiequellen weiter zu reduzieren.

Links:

CRUCH: www.consejoderectores.cl/web

Ministerio de Educación: www.mineduc.cl

Comisión Nacional de Acreditación: www.cnachile.cl/Paginas/Inicio.aspx

Kolumbien

Kolumbien verfügt mit fast 300 Hochschulen (Universidades) über ein gut ausgebautes Hochschulsystem, davon sind etwa 1/3 öffentlicher und 2/3 privater Natur. Außerdem gibt es Technologische Institute (Institución universitaria/ Escuela tecnólógica) und berufsbildende technische Hochschulen (Institución tecnológica), die den ehemaligen Fachhochschule (tw. mit integrierter Berufsausbildung) ähneln.

Wichtige Inistitutionen sind das Bildungsministerium (Ministerio de Educación National) und die Förderagentur COLCIENCIAS, welche die Hochschulqualität sichern und verbessern sowie akademische Mobilität förderrn soll. In dem Zusammenschluss ASCUN (Asociación Colombiana de Universidades) ist ein Großteil der kolumbianischen Hochschulen repräsentiert und auch international aktiv. Seit 2002 gibt es ein Abkommen zwischen Kolumbien und der deutschen Hochschulrektorenkoferenz, um Studienaufenthalte und die Anerkennung von Studienleistungen zu vereinfachen und die Wissenschaftsbeziehungen zwischen beiden Ländern zu intensivieren. Insgesamt zeichnet sich Kolumbien durch ein gutes Niveau in der Forschung aus, was dazu beiträgt, dass Kooperationen mit Deutschland in der Regel gut funktionieren. Beispielsweise gibt es schon vier Exzellenzzentren, die vom Auswärtigen Amt und DFG kofinanziert werden und gemeinsame Forschung betreiben.

Links:

Ministerio de Educación Nacional: www.mineducacion.gov.co/1759/w3-channel.html

COLCIENCIAS: www.colciencias.gov.co

ASCUN: www.ascun.org.co

Forschung

Die Forschungskooperation mit Partnern in Lateinamerika wird von einigen deutschen Institutionen unterstützt. Es folgt ein Überblick über die Förderinstrumente der wichtigsten Förderorganisationen (Stand 2014):

Internationales Büro (IB) – DLR Projektträger (www.dlr.de)

Das IB/DLR Projektträger Büro ist eine Art Durchführungsagentur des Bundes-ministeriums für Bildung und Forschung (BMBF). Dessen länderspezifische Förderprogramme beruhen auf bilateralen Vereinbarungen für wissenschaftlich-technologische Zusammenarbeit (WTZ-Abkommen) und werden in der Regel im Frühjahr ausgeschrieben; der Bewerbungsschluss ist meist zur Jahresmitte. Für die Kooperation mit Institutionen in folgenden lateinamerikanischen Ländern  bestehen eigene Förderinstrumente (in Klammern die bisherige Auschreibungsperiode und inhaltliche Schwerpunkte, soweit bekannt):

- Argentinien (März bis Mai, u.a. Biotechnologie)

- Brasilien (Mai bis Juli, u.a. Bioökonomien)

- Chile (Juni, u.a. Geowissenschaften,  Bergbau, Klima- und Antarktisforschung)

- Mexiko (Mai bis Juli, u.a. Investitions- und Ressourcenmanagement)

- Kolumbien (Mai/Juni, Biodiversität und –technologie, Gesundheitsforschung)

- Peru (Juli/August, u.a. Umweltforschung und –technologie)

Gute Hintergrundinfo zu den Wissenschafts- und Forschungslandschaften der Region und den dortigen BMBF-Schwerpunktländern: http://www.bmbf.de/de/5281.php

Deutsche Forschungsgemeinschaft (DFG)

Die DFG verfügt über einige spezifische Förderinstrumente für internationale bilaterale Kooperationen. Die wichtigsten sind Anbahnungsreisen (max. 4 Wochen), Kooperationsaufenthalte und bilaterale Workshops (Förderzeitraum: max. 1 Jahr). Bei beiden erfolgt die Antragstellung kontinuierlich, aber mindestens drei Monate vor dem gewünschten Beginn der Massnahme. Grundsätzlich können in allen DFG-Programmen auch so genannte “internationale Module” integriert (z.B. Reisen, Personenaustausch) und dafür eigene Mittel beantragt werden. Kompetente, auch informelle Auskunft zu den DFG-Fördermöglichkeiten für Brasilien und den lateinamerikanischen Ländern erteilt das DFG-Regionalbüro im DWIH São Paulo.

Alexander-von Humboldt-Stiftung (AvH)

Der Namensgeber der AvH bereiste und erforschte im 19. Jahrhundert ausgiebig Lateinamerika – der Kontinent ist ein traditioneller Kooperationsschwerpunkt der AvH. Dennoch bewegen sich die Förderzahlen aus den lateinamerikanischen Ländern mit einem Gesamtanteil von rund 10 % auf entwicklungsfähigem Niveau. Für deutsche Wissenschaftler bestehen folgende forschungsbezogene Förderinstrumente: http://www.humboldt-foundation.de/web/programme-nach-zielgruppen.html

Die AvH fördert die Kooperation mit wissenschaftlichen Partnern in Brasilien und Hispanoamerika in einer Reihe von Programmen. Die meisten sind personenbezogene Individualstipendien, mit denen (jüngere oder erfahrenere) exzellente Wissenschaftler bis 12 Monate zu ihrem Kooperationspartner an deutschen Universitäten oder Forschungsinstitutionen tätig sein können. Allgemein ist die Förderhöhe bei der AvH von Alter, Familienstand und Zielland abhängig, vgl. Stipendienrechner.

Einige Programme wie das internationale Klimaschutzstipendium oder das Georg-Forster-Stipendium / der Georg-Forster-Forschungspreis sind auf Partner aus den Entwicklungs- und Schwellenländern zugeschnitten, hier kann u.a. auch der Förderzeitraum unterteilt werden. Dank eines Abkommens mit der brasilianischen Förderorganisation CAPES werden noch bis Mitte 2017 das Humboldt-Capes-Forschungsstipendien bzw. der Forschungspreis vergeben. Die Regeln entsprechen denen des normalen AvH-Forschungstipendiums, weswegen eine Doppelbewerbung für Brasilianer verboten ist.

Alle in Deutschland aktiven Wissenschaftler (mit Promotion und institutioneller Einbindung) können als Gastgeber/in für AvH-Stipendiaten oder Preisträger fungieren; bei Bewilligung von Forschungsstipendien ist ein Kostenzuschuss von 500 Euro (in Geistes- und Sozialwissenschaften) bzw. 800 Euro (bei Natur- und Ingenieurwiss.) verbunden. Attraktiv ist auch die Förderung von Institutspartnerschaften, mit der längerfristige Kooperaration zw. Humboldtianern und deutschen Wissenschaftlern (inkl. gemeinsame Workshops/Fachtagungen und einer Verwaltungspauschaule für das deutsche  Partnerinstititut) für max. drei Jahre finanziert werden können.

Forschungsförderprogrogramme in Lateinamerika

Auch die Wissenschaftsförderorganisationen einiger lateinamerikanischer Länder besitzen einige Förderiunstrumente, die für deutsche Akademiker zugänglich sind:

BRASILIEN – CsF (Ciência sem Fronteiras – Wissenschaft ohne Grenzen)

Im Rahmen des primär zur Auslandsmobilität der brasilianischen Akademiker lancierten CsF-Programms bestehen auch Förderinstrumente zur "Anlockung" von ausländischen Postdocs. Zielgruppe sind Forschungsgruppenleiter und "renommierte Wissenschaftler", die ein spezielles (d.h. erhöhtes) Stipendium als "Gastforscher” erhalten. Die Förderung zielt auf längerfristige Zusammenarbeit und läuft regulär drei Jahre, innerhalb derer der Gastwissenschaftler mind. einmal pro Jahr einen Monat in Brasilien tätig ist. Förderfähig sind nur die für CsF relevanten Fächer aus den Ingenieur- und Naturwissenschaften inkl. Medizin/Life Sciences. Die Beantragung muss durch den brasilianischen Kooperationspartner via CAPES/CNPq erfolgen.

ARGENTINIEN – CONICET

Die staatliche Wissenschafts- und Forschungsförderagentur CONICET  bemüht sich seit einigen Jahren,  die internationale Kooperation mit den wichtigesten Partnerländern zu intensivieren. Prinzipiell sind die Kurzzeit-Forschungsstipendien auch für ausländische Promovenden und Postdocs aller Fachrichtungen (ausser Kunst) zugänglich; wg. der aktuellen politisch-wirtschaftlichen Lage ist der nächste Ausschreibungstermin aber unklar (Förderung umfasst Monatsstipendium, Krankenversicherung und Ortshilfe).

KOLUMBIEN - ICETEX 

Kolumbien hat in den vergangenen Jahren erheblich in das Bildungs- und Forschungs-system investiert und auch die internationale akademische Mobilität gefördert. Der Hauptakteur ist die staatliche Förderagentur Colciencias , die u.a. auch Projekte mit Partnern in strategischen Partnerländern (D, F, GB) fördert. Auch das  Kredit- und Finanzierungsinstitut für das Ausland ICETEX vergibt neben Stipendien an Kolumbianer auch solche an ausländische Forscher zur Durchführung von Lehr- und Forschungs-aufenthalten in Kolumbien (Aufenthaltsdauer bis 6 Monate). Es soll ein substantieller Beitrag aus einem Postgraduate-Programm mit hohem Forschungsniveau erbracht werden, der zur wissenschaftlichen Stärkung der kolumbianischen Partnereinrichtung beiträgt. Der Bewerbungssschluss ist zweimonatlich, finanziert werden entweder die internationalen Flugtickets oder die Aufenthaltskosten in Kolumbien Übernachtung und Tagegelder). Zur Bewerbung muss die Heimatinstitution eingeschrieben sein in einem sog. "Reziprozitätsprogramm", d.h. sich bereit erklären zur Einschreibung und Übernahme evtl. akademischer Kosten von möglichen ICETEX Stipendiaten aus Kolumbien, entspr. der für diese zur Verfügung gestellten Studiengänge und –Plätze.

Ansprechpartner in Brasilien

Dr. Stephan Hollensteiner

Büroleiter Rio de Janeiro/São Paulo

E-Mail: stephan.hollensteiner@uaruhr.de

c/o Centro Alemão de Inovação e Ciência São Paulo (DWIH)

Rua Verbo Divino, 1488 (Térreo) – Sto. Amáro

04719-904 São Paulo - SP

Tel.: +55 (11) 5189-8319

Ansprechpartner in Deutschland

Prof. Dr.-Ing. Rüdiger Deike

Wissenschaftlicher Direktor des Verbindungsbüros

Universität Duisburg-Essen, Fak. Ingenieurwissenschaften, Institut für Technologien der Metalle

Email: ruediger.deike@uni-due.de  

Jane Artmann M.A.

TU Dortmund, Referat Internationales

Tel. (0231) 755 6351

Email: jane.artmann@tu-dortmund.de

Jutta Schmid M.A.

Ruhr Universität Bochum, Stellv. Leitung International Office

Tel. (0234) 32 28763 

Email: jutta.schmid@uv.rub.de

Florian Vollweiler M.A.

Universität Duisburg-Essen, Akademisches Auslandsamt

Tel. (0203) 379 3800

Email: florian.vollweiler@uni-due.de